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Conteudo deste blog – All contents

0. PURA MISTURA

https://val51mabar.wordpress.com/2016/06/08/conspiracoes-alienigenas-tesouros-desaparecidos-e-dominacao/

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1. GENEALOGIA

https://val51mabar.wordpress.com/2016/03/25/os-rodrigues-coelho-e-andrade-do-carlos-drummond-em-minas-gerais/

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2. RELIGIAO

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3. OPINIAO

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4. MANIFESTO FEMINISTA

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5. POLITICA BRASILEIRA

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6. MISTO

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7. IN INGLISH

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https://val51mabar.wordpress.com/2011/10/05/the-suicidal-americaa-america-suicida/

https://val51mabar.wordpress.com/2010/08/25/100-reasons-to-amnesty-the-undocumented-workers-in-united-states/

https://val51mabar.wordpress.com/2009/09/25/about-the-third-and-last-testament/

https://val51mabar.wordpress.com/2009/09/12/the-third-and-last-testament/

8. IMIGRACAO

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INDICE

06. GENEALOGIA URGENTE
05. FAMILIARES FERREIRA RABELLO
04. BELLE NOUVEAU, PARA OS “DA CUNHA MENEZES” E FAMILIARES
03. AOS FAMILIARES “DA CUNHA MENEZES”
02. GENEALOGIA, GENETICA, E BOM SENSO
01. REFLEXOES

06. GENEALOGIA URGENTE

O nosso aparentado, Balduino Cézar Rabelo, passou-me algumas coordenadas genealogicas super importantes e que estao carecendo de algum complemento para que possamos fazer certas ligacoes fundamentais. O Balduino eh sobrinho de pelo menos 3 pessoas que deixaram suas marcas em Virginopolis. Sao tres mulheres de fibra. Sao elas: donas Blandina, Maria Clara e tia Marietta Nunes Rabello.

Gracas `a informacao do Balduino temos que elas eram filhas de SEBASTIAO FERREIRA RABELLO DE MAGALHAES & ANTONIA NUNES COELHO (Sia. Antoninha). Que novidade heim gente! Pensando que estamos longe e, de repente, surge mais uma parente perdida entre os ancestrais de membros da nossa familia. Isso quer dizer que aqueles que descendem e eram nossos primos sao mais primos ainda!… Vou colocar aqui um resumo genealogico para que compreendam melhor:

Sebastiao Ferreira Rabello de Magalhaes – Antonia Nunes Coelho, pais de:

1. Pedralvo
2. Blandina Nunes Rabello – Gabriel Nunes Coelho
3. Maria Clara Nunes Rabello – Francisco Dias de Andrade Junior
4. Marietta Nunes Rabello – Onesimo de Magalhaes Barbalho
5. Jose Rabello
6. Pedro
7. Antonio Nunes Rabello – Raimunda (Mundinha) Goncalves.

O Balduino eh sobrinho-neto do Sebastiao, por ser filho de dona Otavia e neto de PEDRO FERREIRA RABELLO DE MAGALHAES & BELLARMINA WERNECK DE LACERDA. Pedro e Sebastiao eram irmaos.

Bom, para aparar melhor as arestas, falta-nos descobrir, pelo menos, quem foram os pais dos senhores Pedro e Sebastiao. Eles foram parentes proximos de JOSE JOAQUIM FERREIRA RABELLO, o Barao do Serro. Parece-me que nao podem ser descendentes por causa das idades. Portanto, deverao ser primos. Como descobrir com certeza?

Penso nao ser tao dificil, bastando um pouco de disposicao (duplo sentido). Donas Blandina, Maria Clara e tia Marietta parecem ter nascido em Guanhaes. Dai devem ter se casao la. Ou, talvez, em Virginopolis, dependendo de qual ponto da zona rural viviam. Obtendo um registro de casamento de uma das 3 irmas, pode-se verificar quem foram os avos. Neste caso, o avo Rabello devera estar registrado na Arvore Genealogica da Familia do Barao do Serro. Dai sera so ler o restante.

Ha ai o lado oportuno de saber quem foram os pais de dona Antonia Nunes Coelho. Por ai pode ser que venhamos a saber qual o grau de parentesco que temos com ela. Sera um pouco dificil determinar de imediato porque ela nao foi filha dos tios Francisco e Joaquim, que temos os dados genealogicos mais completos. Sera descendente dos pentavos Euzebio Nunes Coelho e Ana Pinto de Jesus, porem, devera ser neta ou bisneta. Dai, sera preciso identificar os nomes dos pais e, depois, certificar como esta ligada a estes patriarcas.

O tio Onesimo era filho dos bisavos: Marcal de Magalhaes Barbalho e Ercila Coelho de Andrade. Nao tenho data de casamento dos tios Onesimo e Marietta mas tenho a de nascimento do Euler (De), que foi o primogenito do casal e nasceu em 18.8.1905. Portanto, o casamento deve ter ocorrido em 1904 + ou -.

Se alguem se dispor a buscar este registro, talvez nao seja incomodo buscar tambem o de casamento dos bisavos: MARCAL DE MAGALHAES BARBALHO, filho de FRANCISCO MARCAL DE MAGALHAES BARBALHO & EUGENIA MARIA DA CRUZ com HERCILIA COELHO DE ANDRADE, filha de JOAQUIM COELHO DE ANDRADE & JOAQUINA UMBELINA DA FONSECA.

Este registro devera ser encontrado em Guanhaes. O casamento se deu em 05.07.1879. Nesta data, Estado e Igreja estavam ligados. Dai o registro deve existir apenas em sua versao religiosa. Deve ter na matriz em Guanhaes. Talvez nao na catedral, a menos que o livro de registro ja tenha sido recolhido. A importancia de se buscar este registro esta em encontrar os nomes dos avos da Dindinha Ercila. Talvez, por meio deles, possamos descobrir o parentesco que ela tinha com o poeta CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.

Roxane BarbalhoMarcelo Magalhães Barbalho. Fernando De Magalhães Barbalho Barbalho, Ney BarbalhoMaria Da Glória De Magalhães BarbalhoMagda BarbalhoAdamar Nunes CoelhoElesbao Nunes Coelho BaoJamir Nunes CoelhoEmerson Nunes CoelhoHaydée Coelho CoelhoHeloisa Hercila De Andrade GarridoFrancisco Dias de AndradeDartagnan Lopes e outros descendentes.

O casamento entre dona Maria Clara e Francisco Dias Filho deve ter ocorrido bem depois, pois, o filho Geraldo (Lalado) nasceu em 30.11.1925. Nao sei dizer se ele era o mais velho. So conheci ele, o Eder e as “meninas” da dona Maria Clara, inclusive a Maria Jose que continua viva. Nao sei se tiveram outros. Se nao, a data do casamento tera sido em torno de 1925 mesmo. O Francisco Dias Filho era filho do professor FRANCISCO DIAS DE ANDRADE e da professora CELESTINA CRISTINA DE SOUZA. Seria bom encontrarmos os pais de ambos tambem. Talvez possamos fazer outra ligacao com a familia do poeta. E a familia do Lalado sera duplo parente dele.

O casamento que tenho menos data eh da dona BLANDINA NUNES RABELLO & GABRIEL NUNES COELHO. Ele era filho dos tios-bisavos: JOAO NUNES COELHO & PETRONILHA DE MAGALHAES BARBALHO. Mas o sr. CASSIO NUNES COELHO, filho do casal, faleceu agora em 1013, aos 90 anos de idade. Nao tenho datas dos nascimentos nem da dona LUZIA do seo OTAVIO, nem do senhor ADAUTO, marido da dona MARIA, do BERNARDINO & SIANITA (CARMELITA). Estes sao irmaos do CASSIO.

Esta ai o desafio gente. Vamos descobrir como somos aparentados do Barao de Cocais e do poeta Carlos Drummond?! Eu so nao vou correr atras imediatamente porque minhas pernas estao meio curtas para abracar o mundo com elas. Afinal, estou ca em Massachusetts. Um pouquinho fora-de-mao para visitar Guanhaes e Virginopolis. Abracos a todos. E como eu gostaria de tambem fugir desse frrriiiiioooo.

05. Familiares Ferreira Rabello,

Vou passar aqui para voces algo que conhecia da internet e que devera despertar a curiosidade de voces. Entrem neste endereco:

http://www.arvore.net.br/trindade/TitRabelos.htm, e tirem suas proprias conclusoes.

Talvez seja um equivoco do pesquisador Virgilio Pereira de Almeida dizer que o pai do barao do Serro: Bernardo Jose Ferreira Rabello, fosse portugues. Observem que pela projecao de datas, os Ferreira Rabello estao em Minas Gerais, possivelmente, desde antes do nascimento dele. Dai, sera provavel que seja natural de Barra Longa ou de Leopoldina.

Por falar nisso Balduino Cézar Rabelo, pelo jeito valera a pena dar um passeiozinho a Leopoldina para ver se consegue o registro de casamento dos seus avos: Pedro Ferreira Rabello de Magalhaes e Bellarmina Werneck de Lacerda. Garanto que a cidade eh simpatica e agradavel de se visitar.

Caso se comprove que os Rabello Ferreira de Guanhaes e Virginopolis sao mesmo desta raiz, ficara comprovado que tambem sao aparentados dos Ferreira Rabello do Rio de Janeiro. E ali terao parentesco com outros baroes, nao apenas o do Serro. Aguardemos por enquanto a constatacao, depois falamos disso.

No registro de casamento de ambos devemos encontrar os nomes dos pais e avos, o que sera uma grande fatalidade nao coincidirem com nenhuma destas pessoas na genealogia do Conego Trindade. Dai voces poderao descobrir exatamente de onde vieram de Portugal e ate mesmo da Franca.

Observe que o N3, Sebastiao, casou-se com dona Francisca Maria Angelica, que era Bn 5 dos Lanas. Os Lana descendem do Jean de Lanne. Mais informacoes, passem para a pagina dos Lana naquele site. Mas tambem podem ser Martins, ou Xavier (aparentados do Tiradentes), como segue na descendencia. A partir dai, poderao descender de diversos outras ramos portugueses e brasileiros que o livro mostra. Mas o primeiro passo sera mesmo buscar o vinculo com a Familia da Zona do Carmo. Dai o resto sera mamao-com-acucar.

Afetuoso abraco a todos.

Haydée Coelho CoelhoDirceu RabeloCelina RabelloNeto Rabello,Francisco Dias de AndradeHeloisa Hercila De Andrade GarridoJorge Miguel de MoraesRoxane BarbalhoCarlos Magalhaes Barbalho,Adamar Nunes CoelhoElesbao Nunes Coelho BaoJamir Nunes Coelho.Romeu F MadureiraBento Luiz Silva. Passem para frente. Talvez alguem se anime a ajudar a desvendar este misterio.

Uma dica. Nao devera haver registro de casamento entre o senhor Pedro e dona Bellarmina no cartorio. Se o casamento se deu antes de 1889, data da Proclamacao da Republica, o registro sera eclesiastico, ou seja, na Igreja. Isso porque a separacao de Igreja e Estado so se deu naquela data.

Apenas acrescentando, a Paroquia de Nossa Senhora do Rosario do Sumidouro, mencionada no livro do Conego Trindade fica na atual Pedro Leopoldo. Vejam a Historia no:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Leopoldo.

Espero que ninguem tenha animado a sair correndo para buscar algum documento que venha a nos esclarecer melhor as origens da familia. Uma visita Leopoldina nao seria nada mal. Mas lembrei-me de outro detalhe.

O conego Trindade (Raimundo) foi, talvez, o maior geneologo mineiro ate o momento. Ele nao apenas escreveu o livro: “Genealogias da Zona do Carmo.” Outra obra que deve nos interessar sera a “Velhos Troncos Ouropretanos”. Nestas obras ele explora as genealogias de pessoas que se estabeleceram em Minas Gerais durante o “Ciclo do Ouro” e tiveram alguma importancia politico-economica. Imagino que, hoje-em-dia, uma parte consideravel dos mineiros e descendentes que sairam do estado terao vinculos parentais com as raizes descritas pelo padre Trindade.

Contudo, a obra mais completa dele eh o “VELHOS TRONCOS MINEIROS”. Um calhamaco de mais de mil paginas, dividido em 3 volumes. Eh provavel que nesta obra ele tenha repetido o que esta naqueles livros mais antigos e dado continuidade aos dados que constam neles. Sei que ele inclusive incluiu familias que se multiplicaram a partir de Conceicao do Mato Dentro, Serro e Diamantina. Eh provavel que ele ja tenha ate descrito como se deu os vinculos dos Ferreira Rabello da Zona da Mata Mineira, do Serro e do Rio de Janeiro.

A colecao foi publicada em 1955, portanto, so podera ser encontrada em sebos. Porem, podera ser encontrada em bibliotecas maiores, como a Biblioteca Publica de Belo Horizonte. Penso que bastaria uma rapida olhada no indice para saber se ele abordou ou nao as familias de nosso interesse. Se a resposta for positiva, nao sera dificil encontrar os vinculos que procuramos.

Infelizmente nao tenho acesso `as obras, exceto a que esta na internet (Genealogias da Zona da Carmo). Mas esta se concentra mais nas familias que colonizaram a area de Barra Longa, terra natal do Conego.

Grande Abraco.

04. BELLE NOUVEAU, PARA OS “DA CUNHA MENEZES” E FAMILIARES

Prezados,

ha poucos dias por ajuda fundamental do Adamar Nunes Coelho, e com algumas investigacoes que confirmaram, encontramos este cabecalho da Familia “da Cunha Menezes”:

Jose da Cunha Menezes – Maria Tereza Severino, foram pais de:

01.) Joaquim da Cunha Menezes – Enedina Borges de Menezes (Divinolandia)
02.) Joao da Cunha Menezes – Evangelina (Eva) e Sa Emidia Nunes Coelho
03.) Liberalino da Cunha Menezes – Adalgisa (Gigiu) Dias de Andrade
04.) Jose da Cunha Menezes – Heloina (Divinolandia)
05.) Luiz da Cunha Menezes – Regina Ferreira Madureira (Divinolandia)
06.) Sebastiao (Betica) da Cunha Menezes – Nenen (?)
07.) Olimpia da Cunha Menezes – Antonio Nunes da Silva
08.) Altina da Cunha Menezes – faleceu solteira
09.) Maria da Cunha Menezes – Durval Nunes Coelho
10.) Francelina da Cunha Menezes – Francisco de Matias

Ate agora, alem do que ja pude localizar gracas ao livro da Ivania e meus conhecimentos com a descendencia, so pude esticar um pouco a descendencia do sr. Luiz e dona Regina, por terem sido pais do sr. Raimundo (Dico Cunha) da Cunha Menezes, antigo prefeito de Santa Efigenia de Minas, irmao do primeiro prefeito local, sr. Efigenio da Cunha Menezes, ja falecido. O sr. Dico confirmou a porcao mais antiga de que os avos dele foram mesmo Jose e Tereza, e que foi sobrinho do seo Joao da Cunha e dona Maria da Cunha, que sao os que temos mais dados por terem se casado na Familia Coelho de Virginopolis.

E agora vai a novidade. Ontem, sabado, 11 de janeiro de 2014, estava distraidamente olhando a lista dos donos dos titulos de nobreza do Imperio Brasileiro. O que nao era novidade para mim era que tanto a familia “da Cunha” quanto os “de Menezes” formaram familias nobres na Peninsula Iberica. Mas o que encontrei agora foram dois nomes: Jose Felix da Cunha Menezes, primeiro e unico Barao de Rio Vermelho; e Manuel Inacio da Cunha e Menezes, Visconde do Rio Vermelho.

Se alguem desejar maiores informacoes a respeito do Rio Vermelho, visite o endereco: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Vermelho_(Salvador), e os links na materia. Mas posso adiantar que se trata de um dos bairros chiques da capital, Salvador. Tambem eh o local onde o “Caramuru” naufragou, foi salvo pelos indios e ai permaneceu o restante de seus dias. Portanto, trata-se de um dos primeiros locais da Bahia a ser povoado por europeus. Dai a possibilidade, tambem, de os “da Cunha Menezes” serem descendentes do Caramuru.

Por enquanto, vamos ao que interessa. Primeiramente, temos que voltar a Virginopolis e Divinolandia. Nao posso tirar conclusoes mas apenas suspeitar que a familia tenha procedencia na Bahia. La esta o nome de dona Maria Tereza Severino para indicar isso. Severino eh nome muito popular no Nordeste Brasileiro e nao tao comum nas terras do Centro-Sul do Brasil, a nao ser recentemente com a migracao nordestina. Diga-se de passagem a peca teatral do Joao Cabral de Melo Neto e da musica do Chico Buarque: “Morte e Vida Severina”. Severino no Nordeste ate virou sinonimo de comum.

Infelizmente, nao temos a procedencia do casal e nenhuma outra informacao mais precisa. Mas penso que havera algo a ser descoberto em Virginopolis. O casamento entre o sr. Joao da Cunha “contra” Sa Emidia deve ter completado 100 anos, ou esta por completar. Isso porque a tia Ilca, esposa do tio Omar Rodrigues Coelho, nasceu em 27.12.1914. O registro do casamento deve estar no cartorio. Assim, poderemos ver se registra os nomes dos avos do senhor Joao e, com um pouco de sorte, a procedencia da familia.

Mas o mais certo eh encontrarmos apenas os nomes, sem indicacao de procedencia. Dai sera preciso buscar algum documento que fale a respeito disso. Uma boa fonte de dados usada por genealogistas sao os testamentos e os inventarios. Ao que tudo indica, os “da Cunha Menezes” se instalaram em Divinolandia, dai nao sei dizer onde seria mais provavel encontrar esses documentos, se existem. Pode ser que se encontrem tambem em Guanhaes, que era a dona de tudo, ou Virginopolis, que ja estava se assenhorando da futura heranca materna.

Se o senhor Jose da Cunha Menezes ou dona Maria Tereza deixaram algum testamento, existe a chance de terem mencionado suas procedencias, com nome de ancestrais. E como la pelos anos de 1900 o seo Joao ja fora pai da dona Izaura da Cunha Menezes, esposa do seo Waldemar Nunes Leite, eles devem ter falecido antes de 1930. Pela projecao de datas, o senhor Jose devera ter nascido por volta de 1840-50.

Confirmando a minha teoria de procederem da Bahia, o que nao eh impossivel por outros motivos. Nos sabemos que a Familia “de Senna” procedeu de Rio de Contas, e o patriarca Candido Jose de Senna era contemporaneo do casal patriarca dos “da Cunha Menezes”. Embora, Rio de Contas esteja mais proxima `a divisa da Bahia com Minas Gerais, a distancia nao seria problema para nossos antepassados.

Apos verificarmos os detalhes acima mencionados, talvez encontremos um atalho para decifrarmos toda a familia baiana. Entre os grandes genealogistas brasileiros temos um dos patronos de cadeira do Colegio Brasileiro de Genealogia, a de numero 27, com o nome de Antonio de Araujo de Aragao Bulcao Sobrinho. Em co-autoria com Jayme de Sa Menezes publicou o estudo genealogico: “Familias Baianas – Sa Menezes”. A data eh de 1968. Antonio de Araujo tem pelo menos outros 14 trabalhos genealogicos publicados. Podera ser pesquisado em grandes bibliotecas. Particularmente no CBG – RJ e na propria Bahia.

Interessante sera que, constatada verdadeira minha teoria, havera a possibilidade dos “da Cunha Menezes” do seo Joao e dona Maria da Cunha serem duplo Barbalho. Isso porque desde `a epoca das Invasoes Holandesas a Bahia recebeu parte da heranca genetica de Pernambuco. Duas filhas do mestre-de-campo, o governador Luiz Barbalho Bezerra se casaram por la. Foram donas Antonia e Cosma Barbalho Bezerra. Dona Antonia foi a mae de dona Ignez Tereza Barbalho Bezerra. Ela foi a esposa do nobre Egas Moniz Barreto. E, atraves deles, os Barbalho Bezerra, nossos ancestrais, foram ascendentes dos baroes de Rio de Contas, Sao Francisco, Paraguassu e Matoim.

Deverao ser ascendentes de toda a classe alta baiana porque dona Cosma casou-se com Francisco Negreiros de Sueiro, cujos desdobramentos mencionam diversas familias de alto poder aquisitivo. Mas so tenho acesso ao inicio destas geracoes. O mesmo se deu com outros descendentes de dona Antonia. Alem delas, houve um irmao: Francisco Monteiro Barbalho Bezerra que foi o capitao do Forte de Nossa Senhora do Populo, que fica na Baia de Todos os Santos. Mas nao sei dizer se deixou ou nao descendencia. A Zica podera dizer algo a respeito disso. Ela foi dar um “Garrido” num baiano!…

Tai gente. Caso queiram, o primeiro passo eh buscar o registro de casamento do seo Joao da Cunha e Emidia Nunes Coelho, que deve ser o mais facil. Ou encontrar o testamento, ou inventario, dos senhores Jose e Maria Tereza. Dai para frente eh que poderemos analisar e ver o que os documentos nos dizem para planejar o proximo passo. Grande abraco a todos e boa semana.

03. AOS FAMILIARES “DA CUNHA MENEZES”

Fiz a postagem anterior a esta com a finalidade de pedir ajuda aos primos para aprofundarmos as raizes dessa familia no ambito de Virginopolis e regiao. A Virginia Guia Candido trouxe-nos valiosissimas informacoes a respeito da Familia da Cunha Menezes no mundo. Contudo, desviou um pouco a intencao inicial. Talvez ela tenha sido picada pela “mosquinha do sangue azul”. rsrsrsrsrs

O que quero dizer com isso eh que, mais antigamente, se fazia genealogia assim mesmo. Os que escreviam alguma genealogia, geralmente, com ou sem base alguma, levantavam os nomes de famosos com a mesma assinatura `a qual se propunham a discorrer sobre ela e afirmavam que pertenciam `a mesma familia. Porem, isso tem uma certa semelhanca aos “nomes fantasia” de remedios.

Do ponto de vista genetico atual, nao importa se o nome eh melhoral, aspirina Bayer ou AAS. O que importa eh que dentro haja o acido acetil salicilico porque este eh o que leva ao efeito desejado.

A Virginia mencionou-nos a principio a Casa de Lavradio, que teve um de seus apices no governo de D. Jose I, o pai da D. Maria I, a louca, mae do conhecido D. Joao VI, rei do Imperio Portugues. D. Joao VI era o regente quando a corte portuguesa desembarcou no Brasil, em 1808

O fato de existir uma Familia da Cunha Menezes na area de Virginopolis nao depende necessariamente dos de Lavradio. Espera-se que exista uma extensao desta familia que se encontrara com os de Lavradio, assim como com todos os outros nobres mencionados em todas as recomendacoes feitas pela Virginia. Alias, como mencionei antes, quem desejar conhecer as relacoes familiares que existem entre todos os “da Cunha Menezes” famosos da Historia, basta pagar uma cota nowww.geneall.net e seguir nome por nome. Quem o fizer, vera que todos se encontrarao em diversos ancestrais comuns.

Tudo indica, que os nossos “da Cunha Menezes” tambem terao algum vinculo com eles. Porem, so saberemos qual se encontrarmos quem foram os pais do senhor JOSE DA CUNHA MENEZES, ate o momento, o primeiro deste nome em nossa regiao que encontramos. A partir dos pais, procurarmos os avos, ate encontrarmos o fio da meada. Saber que este fio da meada leva aos outros eh chover no molhado. Importante eh saber como!…

Trocando em miudos, devo afirmar que, em termos geneticos, os “da Cunha Menezes” de Virginopolis e regiao deverao ter muito pouco a ver com os de Lavradio. Mesmo que esse pouco nao deixe de ser importante.

Num exemplo pratico, podemos tomar o Angelo Meneses como cobaia. rsrsrsrs. Voce nao esparava por isso neh Angelo! Vamos supor que o senhor Jose fosse 100%, o que posso afirmar que nao era nem sombra disso, “da Cunha Menezes”. Ele casou-se com dona Maria Tereza Severino. Assim, os filhos terao sido 50% “da Cunha Menezes” e 50% da mistura Severino. Casando-se com a Sa Emidia, o sr. Joao da Cunha Menezes passaria 25% dos 100% iniciais para dona Julia. Ela passou 12,5% para o Angelo.

Por mais aparentado que o sr. Jose fosse dos de Lavradio, terao entre 3 e 5 geracoes de distancia entre eles. Assim, se as esposas em cada geracao ja nao fossem tambem “da Cunha Menezes”, a cada geracao passada causaria a reducao de 50% do parentesco. Isso quer dizer que o grau de parentesco pode ir caindo para 6,25; 3,125 e 1.6% aproximadamente. Ou seja, o Angelo teria 1.6% de consanguinidade com a Casa de Lavradio, caso nao tenha parentesco com eles por outras vias. O que provavelmente tera porque todos nos somos aparentados.

Portanto, o Angelo tera aproximadamente 98.4% de conteudo genetico de outras fontes que nao o “da Cunha Menezes”, dai, por que entao haveria que considera-lo um “da Cunha Menezes”? Ai eh que voltamos ao termo “fantasia”. Geralmente, o sobrenome que usamos nao passa disso! Eh pura fantasia! Torna-se util apenas como referencia para encontrarmos documentos que irao comprovar que realmente ele teve ancestrais com o sobrenome “da Cunha Menezes”.

Para a genetica, o que interessa eh a substancia ativa que formou o Angelo, ou seja, contar-se-ia os aproximadamente 1.6% dos “da Cunha Menezes”, de Lavradio, mas muito mais os outros 98.4%.

Por isso, gostaria de renovar minha solicitacao a quem se interessar de buscar alguma informacao concreta em relacao `as ascendencias e origem geografica do casal patriarca: JOSE DA CUNHA MENEZES & dona MARIA TEREZA SEVERINO. Muitas vezes, a gente da menos valor ao nosso lado materno porque, principalmente em casos de pessoas mais antigas, os sobrenomes nao indicarem alguma procedencia reconhecidamente de classe social elevada. Mas este eh um engano que tende a revelar-se incauto porque nossas ancestrais tiveram pais, avos, bisavos etc.

E alguns deles sempre terao origens distintas reconhecidas. O problema eh que a nossa sociedade preconceituosa do passado relevou as mulheres ao segundo e terceiro planos. Assim, as fontes de pesquisas que temos de passado remoto sao documentos que mencionam os homens e seus feitos. A maioria absoluta das mulheres estava reclusa em seus ambientes domesticos. Dai nao tiveram seus nomes recordados fora dos registros de casamento e batismos. E mesmo assim, muitas vezes os registros omitem suas ascendencias.

Neste ponto, uma questao que se torna recorrente aos meus escritos eh a forma que permitiu o nosso nascimento. Como sabem, para nascermos precisamos ter pai e mae. Eles precisaram ter nossos avos. Assim sucessivamente ate chegarmos aos primeiros da especie. Ou seja, em primeiro lugar, todos temos ancestrais comuns. E se calcularmos somente os mais recentes, multiplicando 2 X 2 X 2, numa sequencia que se repete por 33 vezes, chegaremos a um numero superior a 8.5 bilhoes de ancestrais, somente da 33a. geracao.

O fato eh este, isso remonta ha apenas 1000 anos atras. Naquela epoca, a populacao humana era muito inferior a este numero. E nos descendemos apenas de uma pequena parte da populacao que viveu naquele tempo. Os mais de 8.5 bilhoes de espacos que caberiam a nossos ancestrais, apenas da 33a. geracao anterior `a nossa, estao todos ocupados, ou nao nasceriamos. O nosso nascimento tornou-se possivel apenas porque muitos milhares de pessoas que viveram naquela epoca sao repetidamente nossas ancestrais. Algumas deverao ser ate milhoes de vezes.

Alem disso, aquelas mesmas pessoas sao ascendentes, milhoes ou milhares de vezes, de todas as pessoas que vivem ao nosso redor, com raras excessoes.

Isso implica no detalhe importante. Se desejarmos encontrar parentesco com figuras historicas, basta-nos descobrir nossa genealogia remontando ha nao mais que uns 300 anos atras. Assim, chegamos a troncos que lancam ramos que dispersaram por todos os cantos do pais de nossa origem e quica do mundo. Entao, se acompanharmos a ascendencia das figuras historicas e famosas da atualidade, deveremos encontrar lacos com elas. E, muitas vezes, podera ser que teremos mais consanguinidade com estes do que com outras pessoas que usam o sobrenome identico ao nosso.

Em nosso exemplo pratico, pode ser que um “da Cunha Menezes” que cuja linhagem nunca saiu de Portugal sera menos parente do Angelo do que ele eh do bispo D. Manoel Nunes Coelho. Rsrsrsrsrsrs. Isso eu posso garantir que eh mesmo porque o Angelo eh repetidamente Magalhaes Barbalho, Nunes Coelho e Coelho de Magalhaes. Assinaturas que constam no rol de avos do D. Manoel, por ele ter sido primo em primeiro grau de nossos avos.

Entao, o processo de pesquisa genealogica atual nao passa mais pelo sobrenome que as pessoas usam e sim pelos documentos que as ligam `as diversas linhagens `as quais pertencem, assinando os nomes delas ou nao.

Neste caso, vamos procurar o registro de casamento do seo Joao da Cunha Menezes e da Sa Emidia ou com a Evangelina Nunes Coelho? Ou, ainda, algum possivel testamento ou inventario que os senhores Jose da Cunha Menezes e Maria Tereza Severino deixaram? Os registros de casamento dos outros filhos: Quim com Enedina; Liberalino com Adalgisa; Jose com Heloina; Luiz com Regina; Sebastiao (Betica) com Nenen; Olimpia com Antonio, Maria com Durval e Francelina com Francisco de Matias, poderiam ajudar da mesma forma. Grande abraco a todos.

02. GENEALOGIA, GENETICA, E BOM SENSO

Prezados,

Quem tem lido meus “lenga-lengas” genealogicos deve ter percebido a minha preocupacao em relacao aos casamentos consanguineos. Alias, a minha constancia em buscar nossos dados genealogicos mais enraizados tem ate sido ponto de critica de alguns. Compreendo as criticas e ate sao necessarias para a gente pensar melhor no que se esta fazendo, se tem ou nao a validade que a gente pensa que tem.

O meu ponto de vista sempre foi mais pelo lado medico. Bom, quase ninguem estudou medicina ou cursos relacionados, entao, eh perfeitamente compreensivel que tambem hajam criticas pela falta de entendimento da questao. Nao se preocupem, se me sinto ofendido por uma critica aqui, isso nao dura mais que momentos. Como sou cabeca dura mesmo, e tenho a quem puxar em meus ancestrais, rsrsrsrsrs, baixo minha cabeca `as criticas e sigo `a frente do que penso que deve ser feito.

Vou copiar aqui um apelo que foi-nos feito no grupo do bisavo Joao Rodrigues Coelho. Ele ajudara a todos entenderem melhor:

“Minha vida toda eu cresci vendo Tio Carlos quicar, Cacá quicar, Paulo Guido (o pai) quicar, Tia Fabíola quicar, Dinha quicar, achando tudo muito engraçado.

Até o dia que eu levei o primeiro tombo.

Um amigo meu, médico, portador de Esclerose Lateral Amiotrófica, ELA 8, me recomendou que parasse de rir e me consultasse com uma neurologista, especializada em doenças degenerativas.

O primeiro exercício que me foi recomendado foi procurar nos meus ancestrais manifestações disto que a gente chama, fazendo gracinha, de caminhar claudicante de Coelho.

Daí, peço ajuda à Ivania Batista Coelho (Gleuza, se você tiver jeito, faz isto chegar nela), ao Valquirio De M. Barbalho e a quem tiver algum conhecimento, quem, na família tinha esta patologia ou terminou a vida cadeirante. Ou mesmo quem, como se dizia à época, era entrevado.

É possível que a gente seja convidado a ir ao Centro de Estudos do Genoma Humano da Usp para ver esta história direito.”

Queridos, o mal nao eh dos Coelho. Nem eh vergonha alguma saber que estamos nessa enrascada. Eu proprio devo ser herdeiro dessa heranca desastrosa. O fato eh que nao se trata de doenca contagiosa e todas as familias deverao ter la seus representantes que tiveram ou tem o problema. O que acontece eh que os casamentos consanguineos de nossos ancestrais nos deram uma probabilidade maior de ser portadores do problema.

Outras familias que tambem tiveram ancestrais mais consanguineos deverao ter o mesmo problema e/ou outros. Nos, de um modo geral, que vimos de casamentos muito consanguineos, temos grande probabilidade, concretizada ou nao, de termos diversos outros problemas. Posso garantir que tenho uma lista. Nem por isso quero deixar de ser quem e como sou.

O que eh de pratico agora, duas coisas:

1. A primeira eh continuar recolhendo dados genealogicos e aprofundando nossas raizes.

O objetivo dessa coleta abrange a todas as familias que se aparentaram aos Coelho. Porque? Por uma razao simples. As pessoas pensam que porque nao sao Coelho, ou que sao filhos de pessoas de familias, aparentemente, nao aparentadas, estarao livres dos problemas. Mas isso pode ser uma falsa impressao.

Geralmente as pessoas sabem dizer sua genealogia a partir dos avos. Dai nao sabem o que vem atras. Geralmente nao viverao para conhecer bisnetos, trinetos etc. Entao nao sabem o destino que estao deixando para a descendencia.

O que posso tirar do que ja encontrei, e o que encontrei ainda eh muito pouco, eh que: espero encontrar muitos ancestrais comuns `as pessoas que vivem numa mesma ou regiao diferente, bastando voltar umas poucas geracoes atras. A verdade foi essa. Portugueses ja viviam em comunidades bastante consanguineas. Nas diversas levas que chegaram ao Brasil, vieram em grupos familiares ja consanguineos.

Por sorte houveram as miscigenacoes com africanos e indigenas. Porem, com o passar dos seculos retornaram `a consanguinidade.

Quando Minas Gerais comecou a receber a colonizacao branca e africana, os indigenas tiveram uma menor participacao na mistura, houve certa miscigenacao. Mas a primeira leva que chegou no “Ciclo do Ouro”, nao era necessariamente muito numerosa. Os que se instalaram primeiro, mesmo pertencendo a linhagens diferentes, povoaram os poucos nucleos mineradores. Nao contavam 100 arraiais.

Terminado o ouro, aquelas populacoes em cada povoado ja eram bem consanguineas. Dai emitiram bracos para cada arraial novo que surgiu nas epocas pos mineracao. Na regiao Centro Nordeste de Minas Gerais ha uma repeticao nas Historias de todos os atuais municipios. “Os primeiros moradores desse arraial eram oriundos do Serro, Conceicao do Mato Dentro, Santa Barbara, Itabira” e mais alguns outros lugares conhecidos.

Assim, as populacoes dos arraiais nao fizeram outra coisa senao crescer e multiplicar-se. O arraial um pouco mais distante era comecado com familias dos lugares mais antigos e dos arraiais que descendiam destes. Levavam, `as vezes, sobrenomes diferentes mas os mesmos ancestrais. E continuaram apenas crescendo e multiplicando.

Vez por outra chegava sangue novo. Na maioria das vezes, um gajo la das grotas de Portugal. Alem de ter vinculos parentais, ate o sobrenome era o mesmo. Quando no muito, chegava um totalmente diferente, ou seja, “um turco” que nada mais era do que um libanes que todo mundo confundia como turco. Esporadicamente existem os alemaes, os italianos, os franceses e ingleses.

Mas o que era novo caia na mesmissima moda antiga, ou seja, casava-se com uma senhora das familias tradicionais e juntos nao faziam mais que crescer e multiplicar. Dai para frente os casamentos dos filhos retornavam aos parentes. Ou seja, introduzia-se um sobrenome novo mas a consanguinidade se repetia.

Somente se recolhermos os dados os mais completos possiveis eh que poderemos ter realmente uma ideia de quem eh e de quem nao eh consanguineo. E com esse conhecimento eh que os geneticistas irao trabalhar para passar para a segunda fase.

2. Ter um pequeno prontuario medico nas fichas genealogicas de cada individuo seria otimo para futuras pesquisas. Essa contribuicao seria fundamental, pois, com a Arvore Genealogica montada o mais completa possivel, e a localizacao exata dos membros da populacao que manifestaram qualquer tipo de problema, poder-se-a fazer uma analise genetica destas pessoas e localizar exatamente os gens que provocam ou que contribuem para a situacao.

Dai para frente os cientistas poderao indicar as melhores atitudes a serem tomadas como: fazer a prevencao junto aos casais. Descobrir medicamentos especificos. Determinar exercicios ou indicar atitudes que devem ser tomadas para evitar a influencia do ambiente que agravariam a situacao.

Digamos assim, quando uma pessoa sente dor na coluna, pode ser por causa de algo com influencia genetica. Porem, podera ser que em algum caso especifico a perda do excesso de peso diminuira em muito a manifestacao da dor. A medicina sempre deve trabalhar com olhos tanto na situacao genetica quanto ambiental, pois, ambas interferem na vida das pessoas.

Por um lado, nao eh boa novidade tomar conhecimento de que somos candidatos a possuir qualquer problema. Por outro lado eh muito bom saber, pois, se existe, so tendo conhecimento da existencia dele para que se faca algo para sana-lo.

Tambem ha ai a satisfacao de que ha sim mais este sentido nobre para pesquisarmos as nossas genealogias, pois, com isso poderemos ajudar `a nossa descendencia a combater seus males de envelhecimento. Para quem como eu que ja passou dos 50 e ja constatou que envelhecer eh um interminavel padecer (de dores principalmente) fara muito bem se pensar em contribuir para que as futuras geracoes possam vir com menos dores. Ninguem vivera para sempre, mas desejo que todos tenham vida longa, contudo, de forma menos dolorosa possivel. Escrevi estas palavras com dores horrendas no pescoco e nas costas. Manjaram!?…

01. REFLEXOES

Um milionario pode deixar milhoes de dolares para os descendentes. Com quase certeza, por maior que for a riqueza, o dinheiro ira desaparecendo com o passar das geracoes e os descendentes futuros irao esquecer-se deste antepassado deles.

Hoje em dia temos a oportunidade de ficarmos para sempre na memoria de nossa descendencia. Para nos, no momento, basta-nos visitar um sitio gratuito de genealogia, como eh o geneaminas, e ali depositarmos nossos dados. Ha espaco ate para fotografia e sua imagem sera permanente.

Anexo a isso, adicione-se uma breve biografia. Conte nela suas licoes de vida como se fosse uma bela carta para descendentes que voce nao ira conhecer. E instrua sua descendencia a sempre voltar ao mesmo sitio para que tambem deposite la os dados, fotos e biografias dela.

Isso funcionara como uma “capsula do tempo”. Ao contrario de acabar-se com o passar das geracoes a corrente ira sempre aumentar. Daqui a algum tempo, serao milhoes de pessoas que se importarao com quem voce foi, com o que fez e com o que queria delas.

Eh possivel que, como todos nos somos pecadores, a oracao dessas pessoas por nossas intencoes nos ressuscite para a vida eterna. Mais vale o bom exemplo que muitos milhoes de dolares.

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  20. ASCENDENCIA DOS ANCESTRAIS: JOSE COELHO DE MAGALHAES/EUGENIA RODRIGUES ROCHA, UMA SAGA A SER DESVENDADA | Val51mabar's Blog Says:

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  21. A HISTORIA DA FAMILIA COELHO DO CENTRO-NORDESTE DE MINAS GERAIS. | Val51mabar's Blog Says:

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  32. THE NONSENSE LAW. | Val51mabar's Blog Says:

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  33. POLITICA, FUTEBOL, MUSAS E PROPAGANDA ELEITORAL ANTECIPADA; OBAMA, GRANDES CORPORACOES E IMIGRACAO. | Val51mabar's Blog Says:

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  34. CARTA DE LIBERTACAO | Val51mabar's Blog Says:

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  35. About The Third and Last Testament | Val51mabar's Blog Says:

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  36. The Third and Last Testament | Val51mabar's Blog Says:

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  37. ALGUMAS NOTAS GENEALOGICAS, 2014/2015 | Val51mabar's Blog Says:

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  38. MOVIMENTO: “FORA DILMA, FORA PT”; QUE OSSO CAMARADA?!!! | Val51mabar's Blog Says:

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  40. ARVORE GENEALOGICA DA FAMILIA COELHO NO SITIO: www.geneaminas.com.br | Val51mabar's Blog Says:

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  41. UM NOSSO LADO CRISTAO-NOVO E, TALVEZ, OUTRO PAULISTANO | Val51mabar's Blog Says:

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  42. MEUS GUARDADOS 2015 | Val51mabar's Blog Says:

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  43. ALIENS, CONSPIRACIES, DISAPPEARED TREASURES AND DOMINANCE | Val51mabar's Blog Says:

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  50. 500 ANOS DE HISTORIA E GENEALOGIA DA PRESENCA BARBALHO NO BRASIL | Val51mabar's Blog Says:

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